Mostrando postagens com marcador imaculada conceição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador imaculada conceição. Mostrar todas as postagens
Uma ouvinte pergunta o que é Purgatório e onde fica. E mais, o que quer dizer “Imaculada Conceição”.
Já falamos em outro programa sobre
o Purgatório. Resumidamente, a Igreja denomina Purgatório a purificação final
daqueles que morreram na graça e na amizade de Deus, mas não estão
completamente purificado, necessitando dessa purificação a fim de obter a
santidade necessária para entrar na alegria do céu. É expressão de amor de Deus
e não castigo. É completamente diferente da condenação dos infiéis. Não se
trata de um lugar, pois não há espaço físico. É um estado de espírito.
Quanto à Imaculada Conceição,
“imaculada” significa “sem mácula”, ou seja, sem mancha; no caso de Maria, sem
a mancha do pecado. “Conceição” significa “concepção”, ou seja, a geração de um
ser no ventre de sua mãe. Portanto, o dogma da Imaculada Conceição define que
Maria foi concebida no ventre de sua mãe, Ana, sem a mancha do pecado que
atinge todos os seres humanos.
Marcadores:
imaculada conceição,
purgatório
O que é o dogma da Imaculada Conceição?
Por ocasião dos 150 anos da definição do Dogma da Imaculada Conceição de Maria, celebrado no dia 8 de dezembro de 2004, D. Estevão Bettencourt, da Ordem de São Bento, daqui da Arquidiocese do Rio de Janeiro, elaborou um pequeno “folder” no qual, sucintamente, esclarece a sua dúvida.
O Dogma da Imaculada Conceição de Maria professa que Maria Santíssima foi concebida, no seio de Santa Ana, sem o pecado original.
E D. Estevão explica o que é o pecado original: na criança, não é um pecado propriamente dito (pois todo pecado propriamente dito é consciente e voluntário), mas é a ausência dos dons que os primeiros pais receberam no paraíso e perderam.
Pois bem, a fé católica ensina que Maria não foi concebida como as demais criaturas, privada da graça, mas recebeu-a desde o início de sua existência, pois era chamada a ser o tabernáculo de Deus feito homem. Assim, convinha que a Mãe do Verbo encarnado jamais tivesse experimentado o jugo do pecado.
Vamos lembrar que não encontramos explicitamente na Bíblia os fundamentos para essa afirmação dogmática, pois o Novo Testamento não foi escrito para tratar de Maria e sim de Jesus e de sua obra salvífica. Maria aparece como Mãe de Jesus. O Evangelista João afirma que mesmo a respeito de Jesus nem tudo foi escrito, pois o mundo não conteria os livros daí resultantes (cf. Jo 21,24s). Porém, a Bíblia afirma que Maria é cheia de graça e a enaltece acima de todas as mulheres (cf. Lc 1,28.47s).
Marcadores:
dogma,
imaculada conceição
Explique o Dogma da Imaculada Conceição.
.
R.: Em 2004, por ocasião dos 150 anos da definição do Dogma da Imaculada Conceição de Maria, celebrado no dia 8 de dezembro daquele ano, D. Estevão Bettencourt, da Ordem de São Bento, no Rio de Janeiro, elaborou um pequeno “folder” no qual, sucintamente, esclarece essa questão.
O Dogma da Imaculada Conceição de Maria professa que Maria Santíssima foi concebida, no seio de Santa Ana, sem o pecado original.
E D. Estevão explica o que é o pecado original: na criança, não é um pecado propriamente dito (pois todo pecado propriamente dito é consciente e voluntário), mas é a ausência dos dons que os primeiros pais receberam no paraíso e perderam.
Pois bem, a fé católica ensina que Maria não foi concebida como as demais criatura, privada da graça, mas recebeu-a desde o início de sua existência, pois era chamada a ser o tabernáculo de Deus feito homem. Assim, convinha que a Mãe do Verbo encarnado jamais tivesse experimentado o jugo do pecado.
Vamos lembrar que não encontramos explicitamente na Bíblia os fundamentos para essa afirmação dogmática, pois o Novo Testamento não foi escrito para tratar de Maria e sim de Jesus e de sua obra salvífica. Maria aparece como Mãe de Jesus. O Evangelista João afirma que mesmo a respeito de Jesus nem tudo foi escrito, pois o mundo não conteria os livros daí resultantes (cf. Jo 21,24s). Porém, a Bíblia afirma que Maria é cheia de graça e a enaltece acima de todas as mulheres (cf. Lc 1,28.47s).
E D. Estevão explica o que é o pecado original: na criança, não é um pecado propriamente dito (pois todo pecado propriamente dito é consciente e voluntário), mas é a ausência dos dons que os primeiros pais receberam no paraíso e perderam.
Pois bem, a fé católica ensina que Maria não foi concebida como as demais criatura, privada da graça, mas recebeu-a desde o início de sua existência, pois era chamada a ser o tabernáculo de Deus feito homem. Assim, convinha que a Mãe do Verbo encarnado jamais tivesse experimentado o jugo do pecado.
Vamos lembrar que não encontramos explicitamente na Bíblia os fundamentos para essa afirmação dogmática, pois o Novo Testamento não foi escrito para tratar de Maria e sim de Jesus e de sua obra salvífica. Maria aparece como Mãe de Jesus. O Evangelista João afirma que mesmo a respeito de Jesus nem tudo foi escrito, pois o mundo não conteria os livros daí resultantes (cf. Jo 21,24s). Porém, a Bíblia afirma que Maria é cheia de graça e a enaltece acima de todas as mulheres (cf. Lc 1,28.47s).
Marcadores:
dogma,
imaculada conceição
Assinar:
Postagens (Atom)